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Inventário Artístico da Arquidiocese de Évora.
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Virgem do Paraíso.
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Virgem com o Menino.
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Virgem do Ó ou da Expectação.
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Assunção da Virgem.
Assunção da Virgem
Virgem com o Menino - Nossa Senhora da Guia.
Virgem com o Menino - Nossa Senhora da Guia
Virgem com o Menino.
Virgem com o Menino
Virgem com o Menino.
Virgem com o Menino
Presépio - Grupo escultórico.
Presépio - Grupo escultórico
Virgem do Rosário.
Virgem do Rosário
Nossa Senhora da Graça.
Nossa Senhora da Graça
Nossa Senhora da Piedade.
Nossa Senhora da Piedade
Nossa Senhora do Rosário.
Nossa Senhora do Rosário
Dormição da Virgem.
Dormição da Virgem
Nossa Senhora da Assunção.
Nossa Senhora da Assunção
Nossa Senhora da Boa Fé.
Nossa Senhora da Boa Fé
 
Século XV. Material: alabastro. Dimensões: quarenta e um centímetros de altura por vinte e sete centímetros e meio de largura. Placa de mármore branco figurada ao centro por Nossa Senhora enquadrada por arco apontado sobre o qual surge a Figura de Deus com as mãos abertas. Lateralmente estão dispostas quatro figuras, talvez de anjos.

Assunção da Virgem

Séc. XV
Alabastro
Alt. 41 cm x Larg. 27,50 cm

 

   
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Alguns centros artísticos desenvolveram de tal maneira a sua especialização e capacidade comercial que se transformaram em verdadeiras indústrias difundindo exemplares para todo o espaço europeu. São os casos dos esmaltes de Limoges, dos trabalhos de cobre de Nuremberga, das esculturinhas de Malines, dos retábulos de Antuérpia ou, como aqui, dos alabastros de Nottingham. Explorando as jazidas de alabastro nos Midlands ingleses, nas zonas de Derbyshire e Staffordshire, a pouco mais de 20 km de Nottingham desenvolveu-se uma indústria artística de grande importância a partir do século XIV e até meados do século XVI, dedicando-se inicialmente à produção de túmulos e mais tarde de placas que podiam ser usadas isoladamente ou formando pequenos retábulos de 5 ou 7 peças, agrupadas em conjuntos temáticos como a Vida da Virgem e a Paixão de Cristo. Esta placa, datável de meados do século XV, pertenceu talvez a um desses retábulos. Como é normal, apesar da execução correcta e preciosa, que a brandura do material autorizava, tratavam-se de modelos quase sempre repetidos, executados em série. Não é por isso de estranhar que encontremos exemplares muito semelhantes, como é o caso entre esta placa e a nº invº 27 do Museu Nacional de Arte Antiga. A análise da peça do Museu permite-nos identificar com segurança a figura ajoelhada à direita da Virgem, parcialmente quebrada na escultura alentejana, como S. Tomé recebendo o cinturão mariano para contrariar a sua incredulidade.