|
|
 |
| |
|
| |
 |
 |
|
Cruz processional
Portugal - Séc.
XIV-XV
Prata e cristal de rocha
Alt. 43 cm x Larg. 26,5 cm |
|
| |
|
| |
 |
| |
|
Segundo
as normas rituais, a cruz deve estar presente
no local da celebração, lembrando
aos fiéis que o Cristo presente na
eucaristia é o mesmo que se entregou
até à morte. Pelo menos, desde
o século VI, as procissões são
acompanhadas pela cruz, que é colocada
junto ao altar durante as celebrações.
Só muito mais tarde, já em plena
idade média, se começa a fazer
distinção entre a cruz de altar
e a cruz processional.
Este exemplar, de prata e cristal de rocha,
datável dos séculos XIV ou XV,
parece ser trabalho de um prateiro português
com utilização de quartzo de
origem veneziana. A transparência e
os reflexos do cristal adaptam-se simbólica
e perfeitamente à luminosa percepção
da transcendência divina. A pequena
caixa envidraçada que abriga o crucifixo,
coloca-o na mediação do olhar,
para que seja outra a visão do mundo. |
|
|
|
 |
|
|