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Missa de S. Gregório.
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Cálice.
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Cânon da Missa para uso dos bispos.
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Estante de missal.
Estante de missal
Sacra.
Sacra
Castiçal.
Castiçal
Galhetas.
Galhetas
Turíbulo.
Turíbulo
Naveta.
Naveta
Campainha.
Campainha
Credência.
Credência
Casula.
Casula
Mitra.
Mitra
 
Da autoria do entalhador de Lisboa Jerónimo Correia Lage, foi fabricada no século dezanove. Material: madeira de carvalho. Dimensões: setenta e oito centímetros de altura por vinte e dois centímetros de largura e vinte e dois centímetros de diâmetro. Esta peça pertence a um conjunto de seis castiçais com base de secção triangular tronco-cónica, assente em três pés de planta rectangular. Nas faces ostenta medalhões dourados, ovalados, com moldura de perlados que remata em cruz, formando um rosário. Inscrevem as iniciais sobrepostas "A M" de Avé Maria. O remate superior, com cimalhas curvas é ornamentado por folhagens de acanto estilizadas que se repetem nos ângulos chanfrados. Haste facetada, ornamentada por motivos florais e fitomórficos, com o nó definido por "SS" afrentados, de decoração vegetalista, enquadrando estrela de oito pontas e triângulo, em baixo-relevo, alusivos à Virgem na simbologia da Estrela da Manhã e da Santíssima Trindade. Arandela circular, com orla entalhada de motivos florais e bocal cilíndrico, moldurado.

Castiçal

Jerónimo Correia Lage – 1815
Madeira de carvalho
Alt. 78 cm x Larg. 22 cm x Diam. 22 cm

 

   
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As luzes aparecem desde sempre ligadas à celebração litúrgica como tributo de honra e sinal do esplendor divino que tudo ilumina. O número de círios acesos foi variando ao longo dos tempos consoante o tipo e solenidade da celebração e a categoria do celebrante. Em geral, eram colocados nos respectivos castiçais dos dois lados da cruz.

Em talha prateada e dourada, este castiçal, que faz parte de um conjunto de seis, pertenceu à Irmandade de Nossa Senhora do Rosário, na igreja paroquial eborense de Santo Antão, para onde tinha sido transferida a confraria após a extinção do convento de São Domingos, a que pertencia. Foi feito em Lisboa em 1815, pelo entalhador Jerónimo Correia Lage, e mandado fazer pela confraria para substituir os castiçais de prata entregues aos franceses aquando das Invasões. Segundo as condições da encomenda, os castiçais deveriam seguir o risco dos anteriores e ter na base o medalhão dourado com o emblema mariano.