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Inventário Artístico da Arquidiocese de Évora.
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Cânon da Missa para uso dos bispos.
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Estante de missal.
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Sacra.
Sacra
Castiçal.
Castiçal
Galhetas.
Galhetas
Turíbulo.
Turíbulo
Naveta.
Naveta
Campainha.
Campainha
Credência.
Credência
Casula.
Casula
Mitra.
Mitra
 
Atribuíveis ao ourives eborense Pedro Raposo e feitas em prata, são datadas do século dezoito. Dimensão e peso de cada uma das galhetas: cerca de nove centímetros de altura por dezanove centímetros de largura por doze centímetros e meio de diâmetro e cerca de cento e  trinta quatro gramas de peso. Galheta de vinho, com estrutura de forma cilíndrica, lisa, assente em base com a mesma forma. As asas, de secção quadrangular, apresentam enrolamentos em cada uma das extremidades e a tampa, ligeiramente alteada ao centro, é rematada por pega em forma balaustriforme. A boca tem forma de bico e na tampa, incisa, a letra V. No interior da base é visível a marca de contraste, de ourives e a burilada. Galheta de água, com estrutura de forma cilíndrica, lisa, assente em base com a mesma forma. As asas, de secção quadrangular, apresentam enrolamentos em cada uma das extremidades e a tampa, ligeiramente alteada ao centro, é rematada por pega em forma balaustriforme. A boca tem forma de bico e na tampa, incisa, a letra A. No interior da base é visível a marca de contraste, de ourives e a burilada.

Galhetas

Pedro Raposo – Évora
Séc. XVIII (ca. 1738)
Prata
Galhetas - Alt. 9 cm x Larg. 19 cm x Diam. 12,6 cm
Peso 134,2 gr.
Bandeja - Alt. 0,9 cm x Larg. 19,1 cm x Diam. 12,6 cm
Peso 157,9 gr.

 

   
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As galhetas são dois pequenos recipientes para a água e o vinho a utilizar na celebração eucarística. É usual que sejam de vidro, embora com frequência fossem utilizados outros materiais como o ouro, a prata ou o estanho, consoante o gosto e a disponibilidade financeira dos encomendantes. Neste caso, cada uma das galhetas deveria ser marcada de acordo com o respectivo conteúdo, tal como acontece com estas de prata, assinaladas na tampa com as letras A e V. Caracterizam-se por uma grande sobriedade formal, apenas alterada pela disposição e enrolamentos das asas, a que a bandeja ovalada sem qualquer decoração dá o necessário suporte. São atribuíveis ao ourives eborense Pedro Raposo, que realizou para a Sé de Évora em 1717 uma encomenda de oito pares de galhetas. A marca de contraste é do ensaiador eborense Luís Nunes, registada em 1738.