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Inventário Artístico da Arquidiocese de Évora.
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Resplendor de Imagem.
Resplendor de Imagem
Alfinete Ramo.
Alfinete Ramo
Alfinete com rubis e diamantes.
Alfinete com rubis e diamantes
Colar de Esmeraldas.
Colar de Esmeraldas
Grande firmal.
Grande firmal
Anel de topázio.
Anel de topázio
Cruz Relicário do Santo Espinho.
Cruz Relicário do Santo Espinho
Custódia.
Custódia
Insígnia da ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa.
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Rosário em âmbar.
Rosário em âmbar
Coroa de Imagem.
Coroa de Imagem
Insígnia da Ordem de Cristo.
Insígnia da Ordem de Cristo
Meio-Adereço.
Meio-Adereço
Ceptro de Imagem.
Ceptro de Imagem
Adereço em ouro com diamantes.
Adereço em ouro com diamantes
 
Portugal - Cerca de1758. Materiais: prata, ouro, rubis, diamantes, granadas e topázios. Dimensões: seis centímetros e oitenta de altura por sete centímetros e oitenta de largura. Alfinete montado em prata dourada, a parte inferior tipo laço é encimada por ramo composto por quatro flores. Tem inscrição gravada na parte posterior: "O Conde das Galveas/ Andre de Mello/ e Castro deu esta/ Joya a N.Srª da Conceição/ anno de 1758".

Alfinete com rubis e diamantes

Portugal - c. 1758
Alfinete em prata e ouro com rubis, diamantes, granadas e topázio forrado.
Alt. 6,80 cm x Larg. 7,80 cm

 

   
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Alfinete em forma de ramo de flores em prata e ouro mostrando também a típica laça na sua porção inferior. Esta peça representará bem a versatilidade de usos que as jóias de setecentos tinham, podendo ser utilizadas tanto em ornamentos de cabeça como aplicados no traje. Uma vez mais aqui se observam os motivos fitomórficos característicos do período, sendo as pétalas e corolas representadas por gemas, ora coloridas ora incolores. No caso particular deste alfinete, existe uma quantidade considerável de diamantes em talhe brilhante antigo, um deles com coloração francamente amarelada. O período da peça e o seu muito provável fabrico português fará supor que os diamantes sejam do Brasil, na altura o maior produtor mundial desta gema, com níveis de produção da ordem das dezenas de milhar de quilates por ano, muitíssimo superiores aos registados na Índia. As pedras vermelhas são na sua maioria rubis, de provável origem birmanesa, sendo esta, aliás, uma procedência bastante comum no período. Existem aqui substitutos do rubi, designadamente três granadas (almandina) e um topázio rosado com forro vermelho. Dada a extrema raridade de rubis de grandes dimensões, como o que estaria no centro da peça, o recurso a substitutos era uma prática corrente, sendo utilizados vários materiais gemológicos, tais como, por exemplo, a espinela, a granada, a ametista forrada e o topázio forrado.