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Inventário Artístico da Arquidiocese de Évora.
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Resplendor de Imagem.
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Alfinete Ramo.
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Alfinete com rubis e diamantes.
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Colar de Esmeraldas.
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Grande firmal.
Grande firmal
Anel de topázio.
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Cruz Relicário do Santo Espinho.
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Custódia.
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Insígnia da ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa.
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Coroa de Imagem.
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Insígnia da Ordem de Cristo.
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Meio-Adereço.
Meio-Adereço
Ceptro de Imagem.
Ceptro de Imagem
Adereço em ouro com diamantes.
Adereço em ouro com diamantes
 
 

Grande firmal

Portugal - séc. XVII-XVIII
Firmal em ouro cinzelado com diamantes em talhe rosa
Alt. 6,50 cm x Larg. 15,70 cm

Portugal - séc. XVII-XVIII. Materiais: ouro cinzelado com diamantes em talhe rosa. Dimensões: seis centímetros de altura por quinze virgula setenta centímetros de comprimento. Adereço de peito, em ouro, de formato elíptico desenhando enrolamentos vegetalistas e florais e com diamantes em montados em alvéolos. É formado a partir de três peças centradas por diamante tipo flor, a do corpo central com cercadura circular dupla respectivamente com 10 (mais pequenos) por 10, e as dos lados com 8. O reverso é decorado com incisões e dispõe de passadores.

   
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Firmal ou adereço de peito elíptico em ouro desenhando enrolamentos vegetalistas e florais, profusamente decorado com diamantes engastados em alvéolos. O verso deste firmal está primorosamente decorado com motivos fitomórficos cinzelados no ouro, o que foi característico em peças de finais de seiscentos a princípios de setecentos. Se se atender ao facto da grande avalanche de diamantes brasileiros se ter dado apenas a partir dos últimos anos da década de 1720, e se se admitir que esta peça é anterior a esse período, está-se aqui perante uma peça à qual se terá dado uma especial importância em virtude da quantidade ainda assim considerável de pedrarias engastadas. O próprio talhe das pedras, o talhe rosa, é consistente com a datação provável que é atribuída à jóia, já que começou a ser profusamente utilizado a partir da viragem do séc. XVI para o XVII e se manteve com algum protagonismo mesmo durante o séc. XVIII, em especial nas pedras de menores dimensões.