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Inventário Artístico da Arquidiocese de Évora.
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Resplendor de Imagem.
Resplendor de Imagem
Alfinete Ramo.
Alfinete Ramo
Alfinete com rubis e diamantes.
Alfinete com rubis e diamantes
Colar de Esmeraldas.
Colar de Esmeraldas
Grande firmal.
Grande firmal
Anel de topázio.
Anel de topázio
Cruz Relicário do Santo Espinho.
Cruz Relicário do Santo Espinho
Custódia.
Custódia
Insígnia da ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa.
Insígnia da ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçoso
Rosário em âmbar.
Rosário em âmbar
Coroa de Imagem.
Coroa de Imagem
Insígnia da Ordem de Cristo.
Insígnia da Ordem de Cristo
Meio-Adereço.
Meio-Adereço
Ceptro de Imagem.
Ceptro de Imagem
Adereço em ouro com diamantes.
Adereço em ouro com diamantes
 
Portugal - Segunda metade do séc. XVIII. Materiais: prata, granadas e topázios. Dimensões: dez centímetros de altura por quatro virgula oitenta centímetros de largura. Insígnia da Ordem de Cristo em montagem de prata com cravação de granadas e topázios; na intersecção dos braços apresenta resplendor quadrangular formado por quatro flores com folhas. Aro de suspensão com motivo floral em medalhão circular sobre motivos vegetalistas estilizados.

Insígnia da Ordem de Cristo

Portugal - segunda metade do séc. XVIII
Insígnia da Ordem de Cristo em prata com granadas e topázios
Alt. 10,0 cm x Larg. 4,80 cm

 

   
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Insígnia da Ordem de Cristo em prata, decorada com granadas vermelhas (almandina) e topázios incolores, sendo estes materiais gemológicos frequentes nestas insígnias (ou hábitos), em especial a granada que, para o efeito, era lapidada à medida, designadamente as pedras das esquinas da Cruz de Cristo em forma trapezoidal e as das pontas da cruz em forma triangular. Já o topázio incolor, engastado em cravação fechada, com forro reflector e, habitualmente, com a culatra pintada de negro, seria utilizado em peças mais delicadas como a que está em apreço, quase à semelhança do berilo incolor (goshenite). A gema incolor mais frequente nestas insígnias será porventura o cristal-de-rocha que, tal como os anteriores, surge habitualmente descrito como "minas novas", expressão que se tem vindo a enquadrar como meramente comercial e sem valor científico e gemológico. Em hábitos de maior valia, as gemas utilizadas eram o rubi (na cruz) e o diamante, na restante ornamentação. Já nas insígnias de utilizadores de posses menos abundantes, o quartzo incolor (cristal-de-rocha) e o quartzo ametista com forro colorido vermelho eram soluções comuns.